Da música jamaicana vem a sabedoria das divisões e dos graves de Seko Bass (também responsável pela maioria das programações das batidas originais, ou seja: o “homem-cozinha” do grupo);

Das antigas festas de largo, da tradição fotográfica e da arquitetura moderna, vem os frames, máscaras e traços de Filipe Cartaxo;

Da mistura sem precedentes entre o toaster jamaicano e o samba do recôncavo baiano, vem o estilo inovador de Russo Passapusso;

Das tradições da guitarra baiana (inventada pelos mestres Dodô & Osmar) em conjunto com uma forte influência africana, vem Roberto Barreto (o idealizador do BS), com suas linhas e riffs que dão a identidade final e definitiva ao Baiana.

Quatro cabeças pensantes, à serviço da arte dançante.

Do alto do seu Navio Pirata, estes destemidos tripulantes, ao mesmo tempo que traduzem em seu próprio estilo, os sons das ruas e vielas, propõe uma nova ordem; libertária, capaz de provocar uma catarse coletiva por onde quer que passem.

Ijexá,Afoxé, Dancehall, Pagodão, Sambareggae,Cumbia, Chula, Dub, Cabula, Kuduro, Samba Duro, Cantiga de Roda, Eletrônica…

África

Brasil Caribe.

A riqueza de ritmos e referencias que brotam, não como “pesquisa”, e sim como vivência.

Sentimento e movimento.

 

Nas veias abertas da América Latina Tem fogo cruzado queimando nas esquinas Um golpe de estado ao som da carabina, um fuzil Se a justiça é cega, a gente pega quem fugiu

NAVIO PIRATA

O Navio surgiu há alguns anos justamente pela ideia da pirataria como uma forma de abrir brechas em todo o sistema, voltar o olhar para o invisível, para o que não se tem dado atenção na festa, ter um contato mais próximo e vir na contra mão do que estava sendo a logica do carnaval. Sair a bordo do Navio Pirata e mergulhar no mar de gente, sons e luzes é sempre combustível e vital para o BaianaSystem.

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