ÁGUA . VERSÃO ESTENDIDA

FICHA TÉCNICA

Composição:

Russo Passapusso

 

Russo Passapusso – voz
Jocafi – voz
Roberto Barreto – guitarra Baiana
Seko Bass – Baixo
Junix 11 – Guitarra
Daniel Ganjaman – Moog
Ubiratan Marques – Moog
Tatiana Lírio e Lívia nery – côro

Participação Orquestra Afrosinfônica
Arranjo, orquestração e piano acústico – Maestro Ubiratan Marques
Arranjo de base – Seko Bass / Ubiratan Marques e Russo Passapusso
Flauta 1 – Nilton de Azevedo
Flauta 2- Berta Pitanga
Clarinete 1 – Indira Dourado
Clarinete 2 – Renata Pitanga
Saxofone alto – Gleison Coelho
Saxofone Tenor – Tukano
Saxofone Barítono – Vinícius Freitas
Trompete e Flugelhorn 1 – Everaldo Pequeno
Trompete e Flugelhorn 2 – Rogerys Machado
Trombone 1 – Thim Vieira
Trombone 2 – Roberta San
Tuba – Carlos Eduardo Alves
Contrabaixos – Marcus Sampaio e Ângelo Santiago
Atabaques – Nem Cardoso
Jason Wild – Caxixi
Lucas de Gal -Vibrafone e agogô
Shake balde – Japa System

O futuro não demora é acreditar no tempo presente. Agora podemos ouvir temas sinfônicos que buscam abrir os sentidos revelando imagens de uma terra que resiste, alimentando nossas matas ao som de mantras brasileiros. Obra composta pelo BaianaSystem em parceria com o Maestro Ubiratan Marques e a Orquestra Afrosinfônica, que traz uma arquitetura baseada em motivos melódicos do universo brasileiro e textos universais. Esses dois movimentos foram base fundamental do disco “O Futuro Não Demora” (onde aparecem em versão menor) e agora suas versões originais são lançadas separadamente, mas como parte central da obra.
“Água” é originalmente uma peça instrumental que traz como elemento principal a fusão da música afro brasileira com efeitos e paisagens sonoras eletrônicas. O foco é o desenho melódico da guitarra baiana construída a partir do universo modal com intervenções de um canto das águas. O texto em yorubá fala do homem como parte da natureza e do quanto perdemos em nos distanciarmos de sua beleza e desembocou numa letra de Russo Passapusso em parceria com Antônio Carlos e Jocafi, ícones da cultura brasileira que tornaram “Água” um movimento ainda mais forte e poético.
O que é que é
Aluvião que cai de pé, corre no chão
H2O é ouro em pó
No ponto futuro o doce e o sal vão se misturar
Tem pé com pé, tem mão com mão, boca com bô
H2O é ouro em pó, é salvação
No ponto futuro o doce e o sal vão se misturar
O que é que é
Aluvião que cai de pé, corre no chão
H2O é ouro em pó
No ponto futuro o doce e o sal vão se misturar
Tem pé com pé, tem mão com mão, boca com bô
H2O é ouro em pó, é salvação
No ponto futuro o doce e o sal vão se misturar
Choveu, choveu
Chuva miúda não mata ninguém
Bateu, valeu
Água de março é chuva que vem
Choveu, choveu
Chuva miúda não mata ninguém
Bateu, valeu
Água de março é chuva que vem
Água de beber, água de beber, camará
Água de beber, água de beber, camará
Iabadê, iabadê, iabadê
Iabadê, iabadê, iabadê
Iabadê, iabadê, iabadê
Iabadê, iabadê, iabadê
Iabadê, iabadê, iabadê
Iabadê, iabadê, iabadê
Iabadê, iabadê, iabadê
Iabadê, iabadê, iabadê
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